I need/slash want to build a few pieces of furniture for my house.
After visiting a shop, I had the carpenter go on a long tirade on how my choice on OSB was poor, when compared to the standard plywood the shop uses for their work, being weaker and not as "clean" looking.
We personally like OSB, here. We already have a few pieces and the rough look of the material is our style.
But is it really a poorer choice when compared to plywood?
The next project will be a bookcase and it will have to withstand a heavy load.
I brought a small strip of plywood home with me, as a sample. The material is made up of five layers. If necessary, I can upload a picture later.
I intend to use 15mm material for the sides of the boxes that will compose the bookcase, with 9mm for the back. These specifications exist for OSB; on plywood, I was told the closest is 13mm and 6mm.
Can someone share some advice and knowledge in what can be the better choice to build this project?
Ambos sabemos que o eucalipto cresce a um ritmo que àrvores autóctones não crescem e por isso é tão cultivado. E não comparemos o cânhamo a uma árvore, quer porque cresce muito mais depressa, porque não requer as extensões de terreno que árvores requerem para produzir a celulose equivalente e porque pode conviver com outras culturas.
Consigo imaginar com algumas facilidade plantações de cânhamo de norte a sul, com os campos abertos do Ribatejo e Alentejo. Mesmo nas zonas mais montanhosas seria fácil de implementar a cultura em campos menos extensos, devolvendo algum interesse económico a pequenos produtores.
Quanto a esforços de reflorestação, sérios, não há.
Como vivemos numa lógica de que não se pode constrangir a livre iniciativa económica (treta!), o plantio de pinheiro não é restringido, porque cresce rápido e é uma madeira apta para o mobiliário e construção civil e com necessidade mínima ou nula de regadio.
Ignoremos que um pinhal é uma acendalha natural...
Isto deixa a Serra da Estrela e interior, zonas onde o pinheiro não pertence, à míngua de incentivos e apoio à reflorestação autóctone, que é sabido gera muito mais dinheiro por hectare e de muitas mais formas que a porra do pinhal mas só se pode extrair esse valor numa janela temporal acima dos 50 anos.
E toda a gente quer dinheiro já. Especialmente quem dele não precisa.